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Bastante atrasada, eu admito, mas estou de volta ao batente!
Na verdade eu não parei, pois minha cabeça fervilha, apenas volto a publicar algumas idéias.
É muito chato esse negócio de justificar o porque eu não escrevia. Não tem porquê. Eu não tava a fim, simplesmente isso.
O que importa é que hoje resolvi escrever, é que seja feita a minha vontade!
Essa semana foi meio "punk" pra mim, e por isso, talvez, hoje eu trago à reflexão uma música do Chico Buarque que eu sempre gostei muito, composta em 1967, com uma evidente conotação política, dada a época em que foi lançada: Roda Viva.
Fico só com a 1ª estrofe:
"Tem dias que a gente se sente,
Como quem partiu ou morreu,
A gente estancou derrepente,
ou foi o mundo então que cresceu?
A gente quer ter voz ativa,
No nosso destino mandar,
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá..."
A leitura desse trecho da música deixa claro a alusão que se faz à liberdade, no caso, de expressão. Mas vamos tratar aqui a liberdade de uma maneira geral. Liberdade de viver, de sentir, de falar, de ser você mesmo.
É impressionante como nos pegamos em alguns momentos da vida querendo entrar numa forma que outra pessoa idealiza para nós... O pior de tudo isso é que muitas vezes nós sofremos, por livre e espontânea vontade, pra caber lá dentro! Como se outra pessoa pudesse dizer com certeza que ser daquela maneira é o melhor pra nós.
Às vezes agimos assim por uma questão de sobrevivência... Precisamos nos enquadrar em determinadas situações para que não sejamos tão... "Esquisitos".
E é muito bom quando percebemos que não precisamos mais nos enquadrar em determinados esteriótipos só por que os outros querem. Deixamos de ser os "esquisitos" para sermos nós mesmos, com nossa alta carga de emoção e personalidade, conquistando nossos objetivos e nos realizando com o que sonhamos para nós, e não com o que sonharam (assim mesmo, na 3ª pessoa do plural)...
A sensação de liberdade, de ser dona da sua vida e de estar tranquila com a sua consciência é algo que se conquista. E eu graças a Deus conquistei isso.
A convivência humana é uma arte. Saber respeitar as pessoas sem invadir a sua individualidade é para poucos. E não deixar que sejamos invadidos é para poucos dos poucos.
Não posso pedir desculpas pela pessoa que sou. Não gosto de retaliações a respeito de como as pessoas acham que devo ser.
Peço desculpas pelo que faço e quando me excedo. Aceito críticas quando construtivas e ponderadas. Comigo o extremo não funciona.
O que eu quero é respeito.
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